A partir do passado dia 25 de abril de 2013 Santo Varão conta com uma nova sala vocacionada para eventos que possam servir a comunidade local.
Após algumas operações cirúrgicas e de cosmética, a velha escola primária recebeu a visita não só dos elementos da autarquia montemorense, como também de convidados e de todos os santovaronenses que se quiseram associar ao momento da inauguração.
O património local está, pois, mais enriquecido.
Teatro “A Nova Barbearia”
A comédia “A Nova Barbeira”, com apresentação multimedia e escrita por Hermínio Marques, será levada à cena no Centro Beira Mondego – Santo Varão no próximo dia 4 de Maio, pelas 20:30 horas.
Clique em cartaz para ter acesso a mais informação sobre este evento.
Sede de concelho de1836 a 1853
Passeando pela história de Santo Varão – X
Segundo António Luís Henriques Seco na já citada obra “Memória Historico-Chorographica dos Diversos Concelhos do Districto Administrativo de Coimbra”, teve este couto Câmara, um juíz ordinário, dois vereadores, um procurador e um almotacé, oficial concelhio que vigiava as actividades económicas.
Foi Santo Varão elevado à categoria de concelho por decreto régio de D. Maria II (na foto), de 29 de Novembro de 1836, assim permanecendo até à sua extinção por decreto de 27/12/1853, a quando de nova reforma administrativa então surgida.
Exposição de pintura
“Poemas e outras cenas” no CBM
O Grupo de Teatro “Atrás do Pano” do Centro Beira Mondego – Santo Varão vai levar à cena, no dia 31 de março (domingo de Páscoa) pelas 22:30 horas, um espetáculo que tem por nome “Poemas e outras cenas”.
Como o título sugere, o espetáculo está composto por uma variedade de atuações, declamações de poemas e sketches cómicos.
Cumprindo a tradição da Páscoa, este grupo de teatro apresentará um espectáculo divertido que pretende animar todas as faixas etárias. O elenco está constituído pelos seguintes elementos: António Queijo, Cristina Verão, Fátima Verão, Helena Maia, José Carlos Duarte, José Pedro Correia, Pedro Santos e Sofia Santos, com a participação do grupo Ponta do Vértice: Ana Beatriz, Mariana, Francisca, Joana, Ana Maria, Joana Fernandes, Barbara Carvalho, Maria Morais, Rita Pacheco, Inês Queijo.
Grupo de jovens reanima a arte de palco
Exposição de quadros de Hermínio Marques
Por iniciativa do presidente da Junta de Freguesia de Santo Varão, o pintor autodidata santovaronense Hermínio Marques vai expor a sua obra artística na sede de concelho, Montemor-o-Velho.
A exposição, com cerca de 30 quadros a acrílico sobre tela, acrílico sobre papel e uma aguarela, estará patente de 3 de Abril a 5 de Maio na Galeria Municipal de Montemor-o-Velho (antigo Mercado Municipal).
Passeando pela história de Santo Varão – IX
Até ao ano de 1753 o lugar der Santo Varão foi couto dos bispos de Coimbra, a quem pertencia a justiça e a quem, como donatários, os moradores pagavam as rendas.
No entanto, já em 1757 aparece como terra de El-Rei. As razões encontramo-las bem explícitas no Inquérito Paroquial de 1758. A não apresentação pelo bispo nem da carta de doação nem do foral da terra, fez os moradores não o reconhecerem por donatário e consequentemente recusarem-se a pagar-lhe as referidas rendas. A sobrevivência de estruturas nitidamente feudais e medievais tinha, de facto, os seus dias contados. Continuar a ler
Entrevista a Fátima Verão – Rancho Folclórico
Maria de Fátima Verão Cavaco é atualmente a Diretora técnica do Rancho Folclórico do Centro Beira Mondego de Santo Varão. A sua vocação pelas artes etnográficas começou bem cedo quando, ao olhar para uma antiga bolsa que herdou da avó, lhe despertou o interesse por conhecer os usos e os costumes da sua terra e o gosto por cantar, dançar e rezar.
O Portal de Santo Varão na Internet teve a oportunidade de a entrevistar depois de mais uma tradição cumprida pelo grupo que dirige, Cantar das Janeiras pelas ruas da sua aldeia Natal.
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Passeando pela história de Santo Varão – VIII
A partir do século XIX a paisagem dos campos mondeguinos ir-se-á alterar com a introdução da cultura do arroz, que, diga-se de passagem, não iria ser muito pacífica pelos males a que deu origem.
Esta cultura terá sido introduzida em Portugal no reinado de D. Dinis, no Baixo Mondego, na zona de Montemor-o-Velho, a partir de semente procedente da região de Sevilha.
O texto, da autoria de Fátima Tarrafa Batista, continua no documento em anexo:
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