Laurentino Oliveira – medalha de mérito

A 8 de Setembro de 2019, dia do concelho de Montemor-o-Velho, em sessão solene que se realizou nos Paços do Concelho, o nosso concidadão Laurentino Nunes Oliveira, foi agraciado com a Medalha de Mérito Municipal Cultural da Freguesia de Santo Varão.

O Portal de Santo Varão felicita o homenageado e orgulha-se desta distinção de mérito atribuída a uma individualidade da cultura de Santo Varão.

O Mérito a quem o merece…

A Liga de Amigos de Santo Varão congratula-se pela atribuição da Medalha de Mérito Cultural, pela Câmara Municipal de Montemor-o- Velho, sob proposta da Junta de Freguesia de Santo Varão, ao santovaronense Laurentino Oliveira.

Homem ligado ao associativismo desde a sua juventude, tem vindo a desenvolver um valioso trabalho, ao longo de toda a sua vida, com entusiasmo, dedicação e muito sacrifício, em todas as associações locais. Sempre pronto a colaborar, não sabe dizer Não!

É, pois, de inteira justiça, este galardão que, em boa hora, a Câmara Municipal lhe atribuiu, dia 8 de Setembro, dia do Município, em sessão solene.

Ao Presidente da Assembleia Geral da Liga de Amigos de Santo Varão, o nosso abraço! Parabéns.

XXI Festival Nacional de Folclore/ Santo Varão

A identidade de um povo firma-se na memória colectiva que, passando de geração em geração, acaba por consolidar essa mesma marca identitária. Quando isso não acontece, deixa-se de ter referências e o sentimento de pertença a uma comunidade vai-se diluindo com o tempo até desaparecer por completo. É todo um património que se perde, muitas vezes de forma irreparável.

Daí, a importância de preservar as referidas marcas, quer conservando-as, quer “desenterrando-as” no caso da sua perda iminente, através de um trabalho aturado de pesquisa de fontes escritas ou orais ainda disponíveis.

E tem sido esse o trabalho que o Rancho Folclórico do Centro Beira Mondego vem desenvolvendo ao longo da sua já longa existência, possibilitando assim manter vivas as tradições, usos e costumes da comunidade santovaronense, consolidando assim a identidade local e por inerência a de todo o Baixo Mondego, onde estamos inseridos.

Por tudo isto, vale a pena assistir, no próximo sábado, dia 6 de Julho, a mais um festival etnográfico e nacional, que irá decorrer no adro da Igreja Matriz de Santo Varão.

Peça de teatro musical “A Menina Do Mar”

A Companhia profissional de teatro “ADN De Palco”, com sede em Santo Varão, leva à cena no palco do Centro Beira Mondego a peça teatral para crianças “A Menina Do Mar” de Sophia de Mello Breyner Andresen. A estreia está prevista para hoje, sábado, às 21:30 horas.

Estes espetáculos visam comemorar o centenário da escritora Sophia de Mello Breyner Andresen. De acordo com informação prestada à Revista Online de Cultura, Lazer e Viagens, trata-se de um “(..) espetáculo que faz reflexões sobre temas importantes: a saudade, a amizade, o sonho, o medo, a alegria, o imaginário, a Terra, o Mar, as estações do ano, a poluição, a reciclagem, entre outros. Uma história para crianças mas com uma mensagem para as pessoas mais crescidas capazes de entender que não devemos desistir dos nossos sonhos à primeira dificuldade. É um espetáculo divertido, sensível, repleto de aventuras, divertidas personagens com figurinos coloridos e um duplo cenário mágico. Tudo isto converte o palco num mundo de fantasia, música, luz, cor, fumo e até bolhas de sabão!”.

1ºFestival da Lampreia e do Galo, no CBM

Após o êxito que foi o Festival da Lampreia de Montemor-o-Velho, o Centro Beira Mondego aposta na modalidade, criando, na sua sede, em Santo Varão, o I Festival da Lampreia e do Galo, nos próximos dias 6 e 7 de Abril.
Aqui fica, pois, o convite para se deslocarem a esta simpática aldeia, no coração do Baixo Mondego, onde podem saborear estas iguarias. Para os menos apreciadores, haverá alternativas que certamente serão do agrado geral. Apareçam!

Tasquinha do CBM

Reportagem sobre a Tasquinha do Centro Beira Mondego de Santo Varão realizada pelo programa “Aqui Portugal” no âmbito do Festival do Arroz e da Lampreia de Montemor-o-Vellho (16 de Março de 2019).

Clique no seguinte link, seleccione o minuto 07:35 e veja a reportagem:
https://www.rtp.pt/play/p5288/e395509/aqui-portugal/730193

Festival do Arroz e da Lampreia de Montemor-o-Velho

Como já vem sendo habitual, irá decorrer entre 15 e 24 de Março mais um festival do Arroz e da Lampreia do concelho de Montemor-o-Velho.
E também à semelhança dos demais anos, o Centro Beira Mondego irá estar presente neste certame, centrado  nos produtos endógenos desta região, com enfoque no arroz carolino do Baixo Mondego e na lampreia. Com uma ementa variada e já afamada, esta associação convida os amantes e apreciadores destes acepipes a visitarem e sua tasquinha, cujas ementas se passam a divulgar.

lampreia 2019

 

Centro Beira Mondego em movimento…

Uma vez mais, o grupo de teatro residente em Santo Varão, ADN de Palco, atraíu a esta localidade pequenos e graúdos com mais duas sessões de teatro musical.

Esta atividade cultural, que está a dar nas vistas, foi alvo de notícia por parte do Município de Montemor-o-Velho, pelo que aqui deixamos o testemunho.

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Município de Montemor o Velho
No dia 17 de fevereiro, o teatro musical tomou conta do Centro Beira Mondego (CBM), em Santo Varão. Pela mão da companhia ADN de Palco, as sessões d’O Principezinho e de Pluft – o Fantasminha, encantaram pequenos e graúdos.
Teresa Roxo e Filipe Lima, fundadores de uma das mais recentes companhias de teatro da região – a ADN de Palco, estiveram à conversa com a adjunta do Presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, tendo aproveitado o momento para recordar alguns dos projetos já realizados e para desvendar as próximas iniciativas.
“Atualmente a nossa residência, fruto de uma parceria com o CBM, é aqui em Santo Varão. Como temos a intenção de preparar um espetáculo que integre língua gestual portuguesa, vamos realizar uma aula iniciação no dia 2 de março, às 11h, no CBM. Em março, vamos estar também no Festival do Arroz e da Lampreia para desvendar um pouco do nosso próximo espetáculo musical, a Menina do Mar”, esclareceu Teresa Roxo.
Na ocasião, Delmina Leitão, ao desejar “os maiores sucessos” os jovens atores e aos seus projetos, saudou também “o dinamismo do CBM e a sua capacidade de continuar a ser um exemplo de promoção da cultura e da arte”.
Durante a tarde e com encenação de Diogo Carvalho, Teresa Roxo, Filipe Lima, Joana Biscaia, Catarina Abreu e Dinis Ludgero conduziram o público, com muita música e animação, numa tocante aventura cheia de peripécias, emoção e humor.”

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Santo Varão/Rescaldo do almoço solidário

No passado dia 27 de Janeiro, fez-se história na paróquia de Santo Varão.

O almoço solidário, amplamente divulgado, com o objetivo de angariar fundos para restauro da talha dourada do altar-mor da Igreja Matriz de Santo Varão, excedeu toda e qualquer expectativa. Foi num salão completamente lotado com 200 comensais que responderam ao apelo lançado pelo Conselho Económico da Igreja em colaboração com a Liga de Amigos, onde decorreu este almoço, num clima de autêntica solidariedade e serenidade. Conviveu-se, trocaram-se impressões com amigos que  quiseram comparecer, mesmo vivendo fora, mas que se dizem assumir como santovaronenses genuínos

Seguiu-se um momento musical com a colaboração da jovem santovaronense, Inês Rodrigues, terminando a tarde com um leilão, à moda antiga, de produtos oferecidos pela comunidade e algumas firmas e que reverteu igualmente para o mesmo fim.

Outras atividades se seguirão…

Ano Europeu do Património Cultural

Terminaram ontem, no concelho de Montemor-o-Velho, as Jornadas culturais inseridas nas comemorações do Ano Europeu do Património Cultural. Como foi divulgado, a Liga de Amigos de Santo Varão participou neste evento com uma exposição sobre o património local, com a qual pretendeu sensibilizar a população para a importância e necessidade de preservação do mesmo. Este objetivo levou-nos a  recordar as tradicionais técnicas agrícolas, onde se destacaram a charrua e o semeador manuais. Revisitámos o velho rio Mondego, no qual o barco de transporte ou de pesca era o rei e onde as mulheres davam cor à sua roupa!l. Também invocámos as memórias ligadas a este espaço, onde funcionou durante bastantes décadas a  escola primária, frequentada por muitos dos habitantes de Santo Varão : a velha carteira, os manuais, as sacolas, a lousa, o ponteiro….Por último, a ocupação dos tempos livres, que levava muitas mulheres a apurar os seus dotes no tocante às rendas e bordados… Enfim, toda uma panóplia de objetos de valor incalculável e que determinam a nossa identidade.

A todos os que nos ajudaram a concretizar este projeto o nosso reconhecimento.