Reabertura do Bar do CBM

É já no dia 15 de Dezembro que o bar do Centro Beira Mondego vai abrir de novo as suas portas, depois de um período de interregno.
A nova gestão vai apostar, para além de um serviço de cafetaria e bebidas variadas, numa variedade de doçaria conventual.
O horário de funcionamento diário irá das 9h30m até às 22h.

Tempestade “Leslie” em Santo Varão

Abrimos uma galeria de fotografias no Portal para evidenciar a violência com que esta tempestade também se fez sentir em Santo Varão e aludir aos momentos de aflição que todos os habitantes vivenciaram na madrugada do dia 14 de outubro de 2018.

A passagem da tempestade Leslie pelo território português provocou 27 feridos ligeiros, 61 desalojados e quase 1900 ocorrências comunicadas à Protecção Civil. O distrito de Coimbra foi o mais afectado. A Figueira da Foz foi particularmente atingida, com avultados prejuízos materiais, nomeadamente em carros, habitações e estabelecimentos comerciais. O IPMA indicou que os cerca de 176 Km/h de uma rajada de vento na Figueira da Foz foi o valor até agora mais elevado registado em Portugal. (Fonte: Jornal Público).

“Pluft, o Fantasminha”, no Centro Beira Mondego

No dia 23 de Setembro, o Centro Beira Mondego foi o palco da estreia da peça de teatro “Pluft, o Fantasminha“, uma grande produção infanto-juvenil que pode ser assistida por todos os públicos.
Esta peça foi produzida a partir da obra de Maria Clara Machado. Teve adaptação de Ana Camacho e foi encenada por Diogo Carvalho. O elenco esteve composto pelos atores Filipa Lima, Teresa Roxo, Alice Santos, Joana Biscaia e Dinis Ludgero.

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IV Mostra Etnográfica “Fátima Verão”

Inserida nas Jornadas Europeias do Património e da comemoração do Ano Europeu do Património Cultural 2018, o Rancho Folclórico do Centro Beira Mondego (RFCBM) vai promover a sua IV Mostra Etnográfica “Fátima Verão”, subordinada ao tema “O Povo que Vive no Rio… ou o Rio que Vive no Povo.”
Trata-se de uma actividade a realizar no dia 29 de Setembro às 16:00 horas, no leito do Rio Mondego junto à foz da vala (grande areal avistado da ponte sobre o rio em Formoselha), um local também ele património cultural e natural.
Será um espectáculo diferente do habitual, onde serão recriadas algumas cenas, hábitos e actividades do quotidiano das gentes da freguesia de Santo Varão. Será, acima de tudo, um momento de memórias, de relembrar tempos, de homenagear todos os que no rio viveram e compartilharam momentos.
Venham assistir e juntem-se ao RFCBM que também farão parte da festa! (Fonte: Facebook do Rancho Folclórico do CBM – Santo Varão)

XX Festival de Folclore de Santo Varão 2018

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Decorreu no 7 de Julho de 2018 o XX Festival de Folclore em Santo Varão. Congratulamo-nos com o êxito alcançado e felicitamos o Rancho Folclórico do CBM não só pela divulgação que tem feito das tradições e património imaterial da nossa terra, mas também pelo excelente trabalho de pesquisa, recolha e salvaguarda do mesmo.
Numa altura que se comemora o Ano Europeu do Património Cultural 2018, foi este evento uma forma muito enriquecedora e uma valiosa mais-valia para estas comemorações. Parabéns Rancho Folclórico na pessoa de todos os seus elementos.
(Fátima Tarrafa, 2018)

Concerto de Adriana Calcanhotto no CBM

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Aproveitando o seu regresso a Coimbra, no dia 1 de maio de 2018 o Centro Beira Mondego engalanou-se para receber a cantora e compositora brasileira Adriana Calcanhotto, considerada uma das mais importantes compositoras da música popular do Brasil contemporâneo pela variedade de estilos musicais que utiliza (samba, bossa nova, funk, rock, pop, baladas, etc.).

Adriana Calcanhotto está de novo na Universidade de Coimbra para dar concertos, para ensinar e para aprender. Leccionou o curso “Como escrever canções”, no qual foram abordadas temáticas como a especificidade da “escrita de canções” como uma atividade complexa, evolução do formato canção das origens ao tempo presente, estrutura e partes da canção e sentido e estrutura da canção.

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Um Olhar sobre a Faiança Ratinho

Ratinhos SV 2017-ver2Os “Ratinhos” é uma expressão que denomina os trabalhadores rurais da Beira que migravam sazonalmente para o Alentejo na época das ceifas.

A faiança Ratinho, produzida desde os finais do século XVIII, decorada com flores, penas e, mais tarde, com figuras típicas, é constituída por louça vidrada de produção popular das fábricas de faiança de Coimbra. Era um tipo de louça amplamente difundida e comercializada por ser extremamente barata, devido à fraca qualidade e ausência de valor artístico.

Como tal, sobretudo os pratos, eram então levados para o Alentejo por aqueles “Ratinhos” que pretendiam, durante o tempo de estadia nas ceifas, possuir um prato próprio, evitando partilhar o mesmo prato com várias pessoas na hora da refeição.

Esta louça denominava-se ainda por “Troca-Trapos”, pois era costume, no final da época da ceifa, serem trocadas por roupas, mantas ou tecidos da Fábrica de Lanifícios.

A investigação tenta encontrar possíveis influências da arte persa popular, sobrevivências da mais antiga cerâmica coimbrã designada Briosa ou afinidades espanholas, nomeadamente catalãs.

Atualmente, dado o desaparecimento do seu fabrico, constitui um incalculável valor artístico para os seus colecionadores.

É, pois, um espólio desta faiança que os visitantes poderão ver, se se deslocarem no próximo domingo, dia 9 de Abril, ao Centro Cultural de Santo Varão.

(Fátima Tarrafa, 2017)